CONDIÇÕES DE UTILIZAÇÃO

Condições de utilização

Fazemos o melhor para o levar ao seu destino da forma mais confortável possível. Para tornar a viagem agradável a todos, zelamos pelo cumprimento de algumas regras de utilização dos nossos serviços.

 

Título de transporte

Deve fazer-se acompanhar de título de transporte e validá-lo à entrada da viatura, para a totalidade do trajeto que pretende efetuar. Não sendo portador de título deve adquirir ao motorista o bilhete a bordo, para viagem de ida ou de ida e volta e conservá-lo até final da viagem.

 

Fiscalização

Sempre que o fiscal devidamente identificado lhe solicitar o título de viagem, deve fazer o favor de o apresentar para conferência.

 

Crianças

As crianças com idade inferior a 4 anos viajam gratuitamente, desde que não ocupem lugar. As crianças de idade igual ou inferior 12 anos pagam meio bilhete.

 

Bagagem

Toda a bagagem que levar consigo deve ser acondicionada de modo a não prejudicar ou incomodar outros passageiros.

Pode transportar bagagem pessoal gratuitamente no autocarro até um peso máximo de 20 kg, desde que cumpra o disposto no art.º 12º do Decreto-Lei n.º 9/2015 de 15 de Janeiro. A bagagem que não se encontra das condições referidas está sujeita a tarifário próprio.

 

Carrinhos de bebé

É permitido, desde que a viatura em questão possua bagageira de dimensão e espaço disponível para a sua acomodação.

O carrinho deve ser acondicionado da melhor maneira possível, uma vez que a empresa não se responsabiliza por danos ocorridos.

Deverá dirigir-se sempre ao responsável da estação ou, em alternativa, ao motorista, antes de colocar na Bagageira.

O bebé terá que ser transportado ao colo. Este procedimento é fundamental para a segurança do bebé, o qual, se for transportado no interior do carrinho, fica vulnerável perante a eventual necessidade do motorista ter de efetuar uma travagem brusca.

 

Animais de companhia

Os animais de companhia, só poderão ser transportados desde que devidamente acompanhados, e com comprovativo em como os animais cumprem os requisitos sanitários legalmente exigidos. Os animais não poderão mostrar sinais de doença, agressividade, ou falta de asseio. Não deverão provocar receios ou incómodo.

 

Os animais não poderão tomar lugar em qualquer banco, e devem ser transportados em caixa própria, de material resistente e bom estado de conservação e limpeza, de forma a evitar a fuga dos animais, a hipótese de gerar sujidade no veículo e eventual falta de segurança dos restantes passageiros.
O Transporte de animais de companhia é permitido desde que:

– No habitáculo do veículo se o animal viajar acompanhado, devidamente acondicionado em jaula apropriada;

– No interior do veículo apenas será permitido o transporte de pequenos volumes que pelas suas dimensões, peso e caraterísticas possam ser devidamente acondicionados nos locais apropriados e não constituam risco ou incómodo para os passageiros, à exceção de cães-guia acompanhados por invisuais que podem viajar no autocarro desde que esteja devidamente acondicionado em jaula apropriada;

– Os animais de porte médio/grande não podem ser transportados dentro do habitáculo e portanto, terá que ser feito na bagageira.

– Apresentar-se em adequado estado de saúde e de higiene, conforme estipulado na Portaria 968/2009.

– Os animais de companhia não podem, em caso algum, tomar lugar nos bancos dos veículos afetos ao transporte público (Portaria 968/2009, artigo 2.º, alínea 3). Os cães de assistência ou companhia deverão ostentar em local visível o distintivo regulamentar que certifique o seu adestramento como cão de assistência. O passageiro com cão de assistência deverá comprovar, sempre que lhe seja pedido, o adestramento do animal e o seguro de responsabilidade civil.

 

Não é permitido o transporte de animais perigosos nos termos previstos no Decreto- Lei n.º 315/2009, de 29 de outubro, alterado pela Lei n.º 46/2013, de 4 de julho.

 

O horário não está limitado, desde que não ocupe lugares a outros passageiros que têm sempre prioridade face aos animais de companhia.

 

O transporte do animal estará sujeito ao pagamento de bilhete inteiro para a viagem a realizar.

 

Cães de assistência

Os cães de assistência deverão ostentar em local visível o distintivo regulamentar que certifique o seu adestramento como cão de assistência. O passageiro com cão de assistência deverá comprovar, sempre que lhe seja pedido, o adestramento do animal, e o seguro de responsabilidade civil.

 

Bicicletas, pranchas, skates

Estes e outros artigos de volume necessitam de autorização expressa do condutor para serem transportados a bordo. O cliente deve dirigir-se sempre ao responsável da estação ou, em alternativa, ao motorista, antes de colocar o artigo na bagageira.

O artigo deve ser acondicionado da melhor maneira possível, uma vez que a empresa não se responsabiliza por danos ocorridos. O dono do artigo é responsável por possíveis danos causados pelos no transporte.

 

 

Perdidos e Achados

Caso encontre algum objeto perdido, deverá entregá-lo ao motorista. Este irá depositá-lo nas instalações da empresa, para que possa ser levantado pelo passageiro a quem pertencer.

 

Pés nos assentos

Não é permitido colocar os pés nos assentos, nem danificar os mesmos.

 

Ruído a bordo

Para conforto de todos, reduza o ruído e barulho ao máximo. Música, conversas telefónicas e outros barulhos devem ter em conta o respeito pelos passageiros que viajam connosco.

 

Comer e beber

Não é permitido comer ou beber a bordo.

 

Fumar

Não é permitido fumar a bordo.

 

Lixo

Não é permitido deixar qualquer tipo de lixo no interior da viatura, incluindo jornais velhos.

 

Fotografias

Não é permitida a captação de fotos ou filmagens dos serviços do operador, ou dos seus colaboradores em exercício de tarefas, nem a publicação desses elementos sem a explícita autorização da Empresa.

 

Espaço físico

O passageiro não pode danificar áreas de paragem, veículos de transporte público, assentos, informação, ou qualquer pertença da Empresa.

 

As Obrigações e Deveres dos passageiros de transporte coletivo estão legisladas pelo Decreto-Lei n.º 9/2015, de 15 de Janeiro (retificado pela Declaração de Retificação n.º 3-A/2015).

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